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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O Mais Poderoso Mantra do Universo em curso completo

Tudo o que existe se refere ao Número.
Palavra de Pythagoras.

E o Número é...


432 hz


palavra da NASA.


Com exclusividade, estamos abrindo as portas para a mais incrível jornada psíquica do Universo. Participe!




Elementos binaurais para CRIAÇÃO de padrões vibracionais relacionados às 10 casas cabalísticas do Poder.

10- o Poder do Holos
9- Humanidade
8- Hipermaterialidade
7- Portal Místico
6- Thelema, o Poder do Desejo
5- A Semente de Mostarda
4- Dominates e Dominados, a Matrix
3- A Espiral
2- Isis
1- Coroa

Curso a ser realizado no Grupo Mantras (VIP)
Curso em 10 capítulos.
Mentalizações com Trilhas INCLUIDAS (uso permanente).


Vibrações do Universo
Mantras da Terra
Poderes Ocultos
Segredos Revelados


No início da década de 90 fomos presenteados com a presença de uma entidade cósmica proveniente da 8a dimensão e estabelecida na galáxia de M81.
Os ensinamentos desta entidade resultaram em um compêndio de mantras estruturais onde expressamos as vibrações do Todo.

Agora, com exclusividade, estamos "renderizando" estas práticas com pulsos binaurais, criando um selo de interconectividade cósmica.
Mais do que "falar" o Mantra vamos adentrar na ultra secreta escala vibracional da Ordem Pitagórica Grega.


Criar é DIFERENTE de escutar ou repetir. Aprenda a emitir as ondas do Universo, expandindo sua Luz em conjunto às luzes do firmamento.


Início: 27-08-2013

(e atividades semanais conjugadas, no grupo Mantras)
Investimento: R$ 43,20 semanais (10 semanas)

Requisitos:
8(oito inscritos)

Este evento requer adesão ao Grupo VIP Mantras(exclusivo para membros VIP da fraternidade Os Números do Poder)

quarta-feira, 31 de julho de 2013

A Onda de Deus


Desde o inicio de nossa civilização, alquimistas e estudiosos tem se dedicado a encontrar a resposta cabal para o "pulso" ou "freqüência" do Universo.

 

Como você pode observar, existem astros extremamente rápidos,  e existem conjuntos de astros extremamente lentos.



 

Em um primeiro instante, portanto, torna-se bastante complicado determinar qual é a média de tudo o que existe.


Apesar desta imensa dificuldade, Pythagoras alegou ter encontrado o dito número, e disto criou o protótipo da atual teoria do super string, ou teoria de que o Universo se apóia em "cordas vibracionais".

Esta teoria suporta a idéia de um Universo estabelecido em 9 dimensões justo por 9 ser o "divisor médio do grande número médio".

 


Aproveitando este caminho, a expansão pitagórica contemplou algumas mentes brilhantes como as de Agrippa, Giordano Bruno e mesmo, Nostradamus.

 

Na área não tão oculta, ingressou nesta corrente ninguém menos que Johann Sebastian Bach, o "Pai da Música".

 

Acreditando ser esta média o caminho correto para a perfeita interconectividade entre Homem e Deus, Bach sugeriu que todos os instrumentos fossem afinados nesta frequência e também, criou um código de harmonia que é totalmente amparado em uma divisão correlacionada a este número mestre.

 

Apesar dos esforços dos alquimistas e dos dedicados seguidores da música de Bach, o assunto relativo a uma freqüência do tipo "chave mestra", capaz de unir tudo o que existe no Universo em uma nota só, era "coisa de místico". Era uma idéia que não entrava na cabeça das pessoas mais científicas e nem mesmo, no cotidiano religioso.

Dada a imensa complexidade em selecionarmos "tudo" o que se desloca, e dividirmos isto pela inimaginável quantidade de velocidades, este era um dos assuntos mais insolúveis de todos os tempos.

No final do séuclo 20 a NASA desenvolveu um dos mais fantásticos projetos de todos os tempos. Este projeto previa a construção de um telescópio orbital chamado Hubble. E o Hubble saiu do papel e foi lançado ao espaço. O telescópio, logo que lá chegou, começou a fotografar e fotografar sem parar. Dia após dia ele fazia mais e mais imagens do espaço.


Descobrimos galáxias distantes que nem sonhávamos existir. Descobrimos planetas, cometas e toda sorte de astros ocultos que estavam impedidos de serem vistos dentro de nossa atmosfera.
 

Depois e realizar seu imenso trabalho fotográfico, o Hubble acumulou uma gama de bilhões de imagens para serem analisadas.


Sendo impossível de realizar tal tarefa individualmente, a NASA ocupou o seu super computador para resolver alguns dos enigmas do Universo.


E aqui, motivada pela genuína busca do saber , ela colocou o gigantesco aparato para comparar todas as imagens cedidas pelo Hubble. O objetivo final:  encontrar a média de deslocamento de todos os astros visíveis do firmamento,ou, a nivel mais místico, descobrir afinal, "A Onda de Deus".


Dada a complexidade destes cálculos, mesmo para um super computador, esta era uma tarefa absurdamente grande. Imagine realizar as comparações de cada um dos astros plotados em bilhões de imagens...e depois, extrair a velocidade deles e então comparar com o todo...


Mas a tarefa foi feita. O trabalho envolveu mais de seis meses de cálculos continuos...algo que a nivel humano, talvez levasse uns 100 milhões de anos para ser devidamente realizado. 


O resultado obtido alarmou os cientistas. Na verdade, surpreendeu a todos, por ser um número "redondo", e que ademais, era praticamente "perfeito"   (com final ,00 alguma coisa).


Dada a importância disto para a ciência e a religião, é vital que possamos correlacionar tal fato à prática cotidiana.


Nosso comportamento é relacionado a este número. Nossas crenças são relacionadas a este número. E de todos os números, este é o que mais próximo se achega ao que denominamos "obra divina", ou "a mão de Deus".


Dois aspectos são ainda importantes de serem citados:
 

1. ouvir esta freqüência nos coloca ante um tipo de sensação neurológica.

 

Para quem é músico, aqui está o tom de afinação...afine e execute e obterá efeitos sutís de desenvolvimento.
2. fazer o cérebro por indução magnética, "produzir" esta frequência, cria um outro tipo de efeito.
O video contém pulsos de 432 hz "embutidos" em boa parte dos sons.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

A incrível proporção áurica

A princípio alguém poderia crer que estamos falando das auras...
 
Mas aqui o assunto que nos une é a incrível simetria do número mais extraordinário do Universo.
 
Phi ou Fibonacci, se caracteriza por uma sequência infinita de valores consecutivos e é a chave para os mais profundos mistérios do Universo.
 
Tanto a nível de macro quanto de microcosmo, a seqüência 1.61803... envolve as mais engenhosas soluções encontradas pela mãe natureza.

Os artistas de real talento por certo reconhecem as "proporções de ouro" como chave para o dimensionamento equilibrado de uma obra. Ainda que existam miríades de tendências em nossos dias, não se pode considerar a perenidade de algo sem estudar os princípios de Fibonacci.
A algum tempo atrás eu iniciei uma pesquisa para determinar possíveis paralelos entre o grande número vibracional do Universo, 432 hz, para com as variáveis de Phi.
Se nós considerarmos a proporção áurica, poderemos supor que 432 tem apoio (na regra de 3 4 e 5 de Pythagoras) em 324 e resulta 540.

Nestes termos, não na mística, mas na ponta do lápis, geometricamente falando, os três números capitais do Universo são estes.

É interessante a gente buscar o significado destes números, porque eles nos dão pistas do objetivo divinal, na construção deste colosso existencial.

432 pode ser traduzido como "o beijo que vem de longe"... o sopro divino. É perfeitamente lógico com a afirmação bíblica do "sopro de Deus". Deus "beijou" e com seu sopro, movimentou tudo ao seu redor.
Para mim isto é a lógica do ato da criação... não importa se Hawkings quer crer na gravidade "espontânea". O fato é que tudo tem um número e o número sempre tem uma fonte que o origina.
Já 324 é um número interessante porque parece ser a própria razão de existirmos. Ele significa " a filosofia das mudanças de opinião".
O número claramente atesta que "nada sabemos" e que portanto, estamos imersos em um estado tal que nada é o que parece ser.
Para os Hindús, isto se chama "Maya". É o plano onde as verdades antigas se desvanescem para dar espaço às novas.
A construção deste espaço nos congrega a resultados no mínimo inquietantes, em especial quando ousamos investigar este 324. O seu valor reverso é 423 e tem como chaves:
400, "aquilo que vem de um tempo e lugar distante"
23, a ignorância
Mais claro impossível... ninguém jamais conseguiu ver de onde vem a ignorância. Ela é tão densa que parece não ter fim. É através de práticas deploráveis que estados com imenso potencial de desenvolvimento se tornam vassalos (escravos) de mentes pérfidas.
Caminhamos todavia, para a hipotenusa cósmica. E ela nos convida a assistir aos resultados no número 540.
Agora temos 500, o número perfeito para a pureza, a dignidade essencial. E junto com ele, navega o 40, simbolizando a liberdade, as festas de um casamento.

O objetivo da existência, quando conjugado a Phi, portanto, nos carrega para um lugar santificado, um plano existencial onde a Liberdade ocupa seu merecido lugar.
Neste campo a estrutura nos dota de poderes especiais, posto que 540 está intimamente relacionado a 45, o seu oposto complementar.
Este valor nos concede a multiplicação dos talentos. Daqui tem-se a idéia de uma imensa seara. Trata-se de um plantio como nunca se viu igual, incansável, com o simples objetivo de esclarecer as causas e transformar trevas em luz.

Voltando na história, precisamos reacender as brasas da sabedoria, revivendo a razão áurea euclidiana e irmos ainda além, no resgate das origens dos símbolos áureos junto aos
monumentos do antigo Egito. O mais pronunciado destes é a própria Grande Pirâmide. A Grande Pirâmide não é a única estrutura o antigo Egito qu eestá em conformidade com constantes como Pi ou Phi, os egípcios usavam a Razão Áurea, em muitos aspectos, tanto na arquitetura de seus templos como em seus desenhos. Assim, enquanto, a descoberta da "regra de ouro" esteve geralmente sendo creditada para os gregos, as descobertas dos egiptólogos, como De Lubicz e Petrie Fliders produziram prova irrefutável de que os egípcios tinham uma compreensão matemática dessas constantes, e da aplicação prática de sua razões, e não meramente seu símbolo, pelo menos 1000 anos antes.

Havia um intenso cruzamento entre as civilizações egípcia e grega na época helenística, particularmente em Alexandria, onde cientistas egípcios e gregos estudaram juntos na famosa Biblioteca . Entre eles estava Euclides. Historiadores chamam de Euclides de Alexandria , sem excluir a possibilidade de que ele poderia ter sido egípcio. Foi em Alexandria que Euclides escreveu Os Elementos .
réplica medieval (em espanhol)
 



Estudantes gregos estavam sempre visitando o Egito , mesmo antes da fundação da Biblioteca , incluindo Thales , Sócrates, Platão e Aristóteles, e o nosso patrono Pitágoras, que passou 22 anos no Egito e anunciou sua teoria só depois de lá sair. Os Egípcios estavam cientes da relação triangular 03:04:05 , aspecto que Pitágoras chamou de " Triângulo Sagrado".
 

Oito pirâmides das dinastias quarta e quinta têm suas triângulações internas em conformidade com essas proporções.

domingo, 16 de junho de 2013

A interconectividade da verdadeira numerologia pitagórica


Os princípios cabalísticos se estabelecem em graus de comprometimento hierárquico.
 
A cada instante estamos nos comunicando em múltiplas fronteiras do Universo.
A magia de tudo isto é o fato de existirem canais comunicativos tão vastos quanto as estrelas do firmamento!
 
No bojo desta sinfonia fantástica, Pythagoras nos apresenta sua “escala musical”.
 
O Mestre concebeu as estruturas numéricas amparado em um conceito de evoluções consecutivas.
 
É como se você pudesse colocar o universo inteiro dentro da extensão das teclas de um piano. Qualquer que seja altura da nota, ou notas tocadas, elas sempre vão ser “parentes” de outras notas. O parentesco pode ser próximo ou distante e as condições de desenvolvimento podem ser harmônicas, desarmônicas, ascendentes, descendentes, sucedentes, tônicas, dominantes, subdominantes, críticas, opostas ou mesmo, indiferentes.
 
Pense comigo:
 
Digamos que você esteja em uma nave espacial.
 
Nesta nave cada parte dela “fala” e nela existem seres de diferentes dimensões e galáxias.
Cada comunicação dentro da nave é medida em uma escala que possui 9 princípios.
Assim, se um ser de outra dimensão tenta se comunicar com você ele consegue estabelecer um “canal” comunicativo em uma das 9 “vibrações” possíveis.
Se a vibração for suficientemente próxima de sua sensibilidade física, você vai perceber e em alguns casos até vai poder “tocar” nela. Mas se a vibração estiver em um plano acima de suas sensibilidades sensoriais, mesmo sabendo que ela atua em uma determinada faixa de frequência, você não poderá confirmar sequer que ela “existe”.
 
É algo paradoxal...porque de repente, a gente se vê pequeno.
 
Quando a vibração sobe e sobe, as camadas vibratórias mais grosseiras passam a ser meros acessórios...é como os “estágios” dos foguetes de lançamento. Os estágios são desprendidos da nave mãe porue seus corpos deixam de ser importantes para o vôo. O importante é o vôo, e assim, em um espaço onde não exista um porque objetivo, desprende-se e o principal se sente mais “leve”, mais livre para atingir seu objetivo.
Em uma analogia com a existência, podemos considerar o enunciado pitagórico como um mapa de interpretação cósmico.
 
Pythagoras realmente sabia o que estava fazendo.
 
Observe que a NASA CONFIRMOU o fato do Universo estar criado em um modelo que dividido EXATAMENTE por 9!!!!
 
Este aspecto nos coloca ante uma missão de conhecer e evidenciar as virtudes e aplicações destes conceitos.
 
Volttando à nossa nave, imagine que um ser mais adiantado queira se comunicar com um que esteja em processo evolutivo inferior. Ele não pode “falar” diretamente, mas através de um canal vibracional, ele pode atingir os circuitos sensoriais do inferior.
Na música, muitas vezes somos tocados pelos princípios da “ressonância”.
Sabe quando o sino toca e fica aquele “zum zum” “oin oin” depois da batida...pois bem, a ressonância cria um efeito condutor. Este efeito condutor permite que frequências menos audíveis ou até mesmo, inaudíveis, caminhem em paralelo.
 
Quando a gente fala, o impacto de nossa voz no céu da boca cria também uma ressonância.
 
E assim, também quando o vento toca na relva, o efeito do lufar é uma ressonância.
Não é por acaso que os sinos possuam tanto poder místico...e não é por acaso que, sabiamente, os tibetanos tenham desenvolvido métodos de vibrar as ressonâncias do bojo sem bater nele (sinos tibetanos tem esta peculiaridade).
 
De fato, estar em presença de vibrações contínuas encadeadas em ressonância, nos permite interagir com outras vibrações quase automaticamente.
 
A fórmula das ressonâncias é bastante complexa, e não vamos nos ater a ela por agora (confira no Wikipédia um pouco mais sobre este assunto).
 
Aqui, em termos cabalísticos é importante saber que na sua origem, as 9 evoluções primarias são as que mais poderes vão gerar.
 
A evolução harmônica musical nos dá pistas deste desenvolvimento!
 
A escala do Universo começa na freqüência de 432 hz.
 
É bem perto do diapasão da música, o famoso lá de 440 hz.
Então a gente pode dizer que lá = 1, a base o inicio, o que é único, criativo, indivizível...o número de Deus e porttanto, a "Onda de Deus".
 
Mas, o som de 432 hz também reverbera perfeitamente em 216 hz...e ele segue reverberando em 108...54...27...13.5...6.75... e assim sucessivamente.
 
Abaixo dos 27 hz desta progressão, somos incapazes de identificar.
 
Trata-se de um som tão grave que a gente facilmente o considera como “ruído”...e se for em alta impedância, sentiremos uma espécie de tremor, mas sempre sem poder identificar um “som”, uma nota musical específica.
 
Algumas pessoas sentem o "som" dos terremotos. Esta sensibilidade trafega nestes argumentos...algumas pessoas também sentem o momento das mudanças das marés oceânicas...outro exemplo de percepção de ondas “inaudíveis” ao ouvido humano.
 
Esta é a natureza de nosso modelo sensorial. Nossos ouvidos não estão preparados para “ouvir” o som das ondas das galáxias...
 
Apesar disto, nosso ser, como nasceu em um planeta que pertence à via láctea, vai reverberar as vibrações de todos os astros deste magnífico conjunto.
 
Cada uma das vibrações, que são pitagoricamente divididas em 9 partes, nos indica uma das células divinais do Universo.
 
Assim, procedamos à matemática e verifiquemos o milagre desta equação:
432 dividido por 9 nos retorna...48.
Portanto, cada “parte” do Universo vibra exatamente em múltiplos de 48 hz.
 
A escala nos mostra então:
 
48 – 96 – 144 – 192 – 240 – 288 – 336 - 384- 432
 
48 9 Consciência, dor (testemunho)
96 8 Multiplicidade, materialidade (modéstia)
144 7 Segredo, atração (cosmologia)
192 6 Desejo (testemunho)
240 5 Semente, geração (desejo)
288 4 Ordem, repetição (vício)
336 3 Tradição (testemunho)
384 2 Encanto, discussão (modéstia)
432 1 Criação (cosmologia)
 
Assim...
 
Aqui está revelado um segredo cobiçado...são as 9 vibrações fundamentais de todo o código comunicativo do Universo!
 
Claro que cada uma delas vai erguer sua própria escala...desta forma, cada uma é novamente dividida por 9...e na regra pitagórica, desprezando-se os restos, temos o monumento vibracional para criar o que quer que seja...
 
Cada argumento é gerado em uma base de 4 alicerces...para ficar mais interativo, consegui este Gadget onde você pode digitar 4 das ondas citadas e observar as bases interativas centrais.
 
insira os numeros citados e escute o som...(link direto, a paggina está em ingles)
 
O som produzido é um uníssono, fato que mudará quando conhecermos a ffrequencia da vida...com a harmonia frequencial da vida inserida JUNTO aos sons da cosmologia temos como revelar o verdadeiro som do desejo, ou o som cabalístico mais perfeito, o mantra pitagórico autêntico.
 
Falaremos dos desdobramentos desta escala em nosso curso dia 27/06!
 
Luzes e +Luzes