No decorrer de nossa vida, chegamos a um momento onde a gente vai se dando conta que existem números mais repetidos.
É a tal "síndrome do número perseguidor".
Você vai no mercado e a senha lhe dá um numero para pegar o pão.
Depois você vai no banco e a senha se repete.
De tanto e tanto isto ocorrer, você inevitavelmente "invoca".
Sim, "ali tem coisa"...alguma coisa faz o dito número ou os ditos números virem até nós de maneira espontânea.
Eu sou bastante taxativo na questão de dizer que isso é "sorte" ou "azar". A questão é maior do que isso.
Embora a gente possa dizer que os números possam eventualmente representar vibrações, eles na verdade representam o estado de coisas ou acontecimentos.
Nem sempre tais números vão ser facilmente identificados no nome ou na data de nascimento, como sugerem alguns autores. Mas é possivel que sejam...
Eu falo por mim. Em grande parte de minha vida fui literalmente "perseguido" por séries interminaveis de números "4".
A lista é simplesmente imensa...
meu pai se chamava José...4 letras
minha mãe se chama Ruth...4 letras
minha esposa se chama Yara... 4 letras
meu "melhor amigo" de 4 patas, se chama Nonô, com 4 letras ...
e eu me sinto "em casa" pois meu nome também tem 4 letras...
Minhas contas bancárias tem sempre um saldo que termina com um final "4" ...os famosos e misteriosos "4 centavos"...
Via de regra trabalho com 4 coisas "ao mesmo tempo" e é raro você ver meu computador sem estar com um sintetizador aberto (música), um blog, um programa de imagem (inseparável photoshop) e uma conversa...muitas vezes as 4 coisas acontecem "ao mesmo tempo"...
Nas compras de mercado, 99% das vezes em que compro mais de 4 itens, o final termina também com os tais "4 centavos" (e de sobra, o troco me dá uma hipotética "vantagem" de 1 centavo)...
Também, na edificação de meus documentos...o 4 persegue... é um "terrível farejador"
Na minha primeira identidade funcional, lá estava eu marcado com o número 8104.
No primeiro emprego eu era o nr 4 da fila.
Na primeira vez que assumi uma liderança, lá estava eu à frete de outros 3 subordinados...
No vestibular mais importante da minha vida, existiam 4 juizes a julgar se eu deveria estudar na Filarmônica de Berlim...e eu fui o nr 4 na fila de avaliação o 4o a ser aprovado dentre 1.604 pretendentes...
E talvez, por força do destino, isso precise ser assim...porque também casei no dia 4, fato que decorreu de ter conhecido minha amada no ano de 1984, 4 dias depois de iniciar um curso onde era o 4o professor da instituição. Ao mesmo tempo devo lhe dizer que nasci as 10 e 44 em uma linda manhã de verão, logo em seguida visitado por 4 parentes...mais adiante, ao me tornar pai, novamente o 4 me perseguiu...no dia do nascimento de minha filha ao sair do hospital fui atingido por um veículo que tinha na placa um final 44, e o meu, e que era de final 74 ficou parcialmente destruido, juntamente comigo, que por causa disto fiquei 4 dias sem poder trabalhar e nem ir ao hospital para dar o apoio necessário. Devo acrescentar que por falta de peças de reposição, meu carro ficou 4 meses na oficina... Em fins de 1991 sofri um novo acidente onde devido a uma queda de 34 degraus, tive de ser operado após 4 dias ficando depois disto 4 meses em convalescença...
Já me dando por vencido, estou crente que no dia de minha saida deste mundo, lá estará ele a acenar perguntando "foi bom prá você"...
Porque o dia do nascimento ja consagrou o 4 como resultado de sua soma...a bem da verdade um 22, mas que se reduz a um "4".
Coincidência?...encucação ou lei oculta?...eis a questáo a decifrar.
Quando a gente analisa assim, parece fazer sentido a expressão dos números possuirem a capacidade de criar o nosso destino.
A questão, outrossim, não se limita apenas a mudar uma letrinha para ter tudo resolvido (antes fosse!). E tampouco a de sermos aptos a mudar a data de nosso nascimento. Certas coisas estão irremediavelmente seladas no êmbolo vital.
Para a gente tornar isto mais perfeito, convido você a citar os seus números e poderemos então multiplicar as revelações.
Então amigos, falando sério, eu sei o que é um número "persecutor".
Ele nasceu comigo...e eu na teimosia, sempre amei o 5...
e passei então a estudar porque amava o 5 enquanto era "perseguido" pelos 4 cantos do mundo afora(seja para me dar presentes, seja para me dizer "oiê, estou de olho em você...")
Na numerologia, os números tentaram me alertar para o fato de eu ser criativo, original e ambicioso, requisitos do número 1. Mas também, me revelaram que 9 era importante, e que sem dúvidas um coração iria requerer atenções. De fato, o que posso dizer é que o número 6 apareceu para dizer que me ama e assim, estendo o tapete vermelho a ele pois já sei que quando chega traz muitos convidados ilustres, notadamente a familia Real, Dollar, Euro ou de dinastias menos cobiçadas ainda assim bem vindas...sempre em quatro estirpes como requer meu protocolo nascituro.
E se vou em frente, descubro que tenho amigos e inimigos em todos. Em alguns momentos eu ganho em outros ganho também, mas nem sempre o que esperava ganhar. De fato, para mim, o tão alardeado número 8 é de longe o pior inimigo.
As pessoas com essa soma no nome sempre, de alguna forma, conseguem no final criar uma grande confusão. Nem mesmo meu irmão de sangue se safou dessa fazendo o professor aqui trabalhar a troco de nada...
Mas é parte da aprendizagem sabermos que as evidências vão além de "simples evidências". A gente precisa saber que cada um dos nove perfis pitagóricos vai, invariavelmente, se comportar nas ocorrências cotidianas. É impossivel se desviar deles. E é também impossível dizer que sejam 100% isso ou aquilo. Os melhores momentos podem conter armadilhas e as armadilhas podem conter trampolins para a felicidade.
Neste sentido, o que vai definir o nosso destino está além do número...posto que ele é já uma decorrência de algo mais poderoso. No cerne da questão está o desejo.
No cerne da questáo está, por fim, a nossa Aceitação daquilo que ousamos desejar.
Quando compreendemos isto, nos tornamos aptos a eleger os nomes e as considerações de edificação mais perfieitas.
Penso que a análise de nossos nomes e data de nascimento e datas de eventos pode sim, nos auxiliar a compreender porque somos, de onde viemos e até mesmo onde estamos...mas o que faremos a seguir, depende da ativação de um Poder Maior.
E é justamente aqui que, cabalmente, nos separamos de numerologias do passado, mortas, para a numerologia viva, aquela que imprime a capacidade de decidirmos a boaventura de nossos próximos dias.
E sendo assim, depois de um tempo a gente precisa entender que na questão se sorte ou azar, não é o número, mas a nossa postura quem os está chamando.
Algumas pessoas vão dizer que existem números bons ou ruins em essência. Alguns vão tentar lhe vender o peixe dos números 7 ou 8...dirão que 4 é ruim, ou que 3 anda devagar.
Claro que existem números com alta capacidade destrutiva. Mas se estes números estiverem amparados por sólidas relações de sucesso, eles serão "protetores", não "destruidores".
Fácil ver isto na prática...observe, uma faca pode vir a ser uma arma mortal. Mas nas mãos de uma pessoa sensata, é um instrumento fantástico para a culinária...
Na medida em que a gente não deve se apoiar em meias verdades, procuro seguir uma idéia que apareceu em minha infância.
Um certo dia fui ao dentista e tive de ficar um bom tempo esperando. Eu tinha lá meus 6 ou 7 anos de idade. E como todo menino saudável...era dificil ficar parado imóvel...em especial com o fundo musical da broca no outro paciente, "lá dentro"...
Então, como em muitos consultórios, eles colocam aquela pilha de revistas e tinha ali um gibi do pateta. Nunca vou esquecer...e era um gibi diferente porque naquele, o Pateta se dava bem em todas...impossível não rir.
Naqueles tempos passava um seriado na tv, um seriado de Robin Hood. E juntando o caldo, meu pai havia me presenteado com as aberturas célebres de Rossini e destacara a abertura Guilherme Tell...para quem não conhece, está ai abaixo...é uma obra cultural e é lícito que você escute para vibrar melhor...o Guilherme é o sujeito que acerta a maçã no alto da cabeça de uma cobaia...
Pois bem, o Guilherme Tell, no gibi, era Guilherme O'Tal. E esse "tal" era o Pateta. E nessa história ele acertava tudo. Mandava uma flecha a 1 km de distância acertando com precisão milimétrica.
E conquista vai conquista vem...na história, ele conservava com ele o segredo de suas capacidades. Mas no final, ele então conta a verdade...
E a verdade, creio, nos fará todos rir. Ele pintava os alvos DEPOIS de disparar as flechas.
No fundo, uma lição ocultista. Nunca crie um alvo sem ter antes disparado uma seta...a gente pode aprender pelo que naturalmente somos melhores. A natureza nos dota de aptidões especiais.
Finalizando quero desdizer o que muitos numerológos afirmam ao declarar que "números são energia". Nada pode estar mais distante da verdade.
Números não são energia. Eles são símbolos de representação conceitual. Dependerá do conceito e do tipo de análise feita para dizermos mesmo se existe alguma "energia" sendo ali representada no número. Ele pode ser simplesmente uma alusão, uma palavra "in memorian" do que deveria ser energia verdadeira. E mais, o lugar de análise do número nos dirá se ele é ativo, receptivo, integrativo, indiferente ou destrutivo...algo útil para saber "o que fazer" com os seus números.
Lembre-se: nada pode substituir a sua própria VONTADE. Nenhum número de nenhum tipo de numerologia pode substituir o valor que você conquista quando diz "eu sou capaz".
Então aja. Os Números do Poder sempre estarão ao seu lado para comprovar que as escolhas corretas resultam em ganhos reais. Escolha com cuidado o que vai fazer.
Prof. Luis Klein
Cabalista








